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Dólar abre em leve baixa, com mercado de olho em Brasília e à espera do Fed

Por Redação em 21/11/2023 às 09:20:16

O dólar abriu em leve baixa nesta terça-feira (21), com o mercado de olho em Brasília. Está previsto para hoje o início da análise de duas propostas que compõem o pacote econômico do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para elevar a arrecadação federal em 2024, de forma a tentar manter a meta fiscal em zero.

Investidores também aguardam pela divulgação da ata da última reunião do Federal Reserve (Fed, o banco central americano), que optou por manter as taxas de juro dos Estados Unidos entre 5,25% e 5,50% ao ano.

Dólar

Às 09h05, o dólar caía 0,05%, cotado a R$ 4,8493. Veja mais cotações.

No dia anterior, a moeda norte-americana fechou em baixa de 1,11%, vendida a R$ 4,8517. Com o resultado, passou a acumular:

queda de 1,11% na semana;

recuo de 3,75% no mês;

queda de 8,08% no ano.

Ibovespa

O Ibovespa só começa a operar às 10h.

Na véspera, o índice fechou em alta de 0,95% e subiu aos 125.957 pontos, no maior patamar desde julho de 2021. Com o resultado, passou a acumular:

alta de 0,95% na semana;

ganho de 11,32% no mês;

alta de 14,78% no ano.

O que está mexendo com os mercados?

Investidores continuam na expectativa sobre o rumo dos juros nos Estados Unidos. Depois de dados mais fracos de inflação na última semana, o mercado passou a dar como certo que o ciclo de alta nas taxas americanas atingiu um pico e que o Fed poderia iniciar os cortes ainda no primeiro semestre de 2024.

Essa visão agrada os investidores e beneficia os ativos de risco - inclusive o real e a bolsa brasileira - porque a rentabilidade dos títulos públicos americanos, considerados os mais seguros do mundo, estão diretamente relacionadas aos juros do Fed. Assim, com juros menores, o rendimento dos títulos também cai, aumentando o apetite por outros ativos.

Agora, o que o mercado aguarda é a divulgação da ata do Fed para saber exatamente o que foi discutido na última reunião da instituição, quando os juros foram mantidos entre 5,25% e 5,50% ao ano. A esperança é que o documento deixe mais claro o que pensam os dirigentes do banco central americano.

Fonte: G1

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