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Policial

Curso aprimora conhecimento para manutenção de armas

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Assessoria | Sinpol-MT

Um grupo de 18 investigadores de Polícia está participando do Curso de Mecânico de Armas,  que está sendo realizado esta semana (de 05 a 09.11) na Academia de Polícia Civil de Mato Grosso –Acadepol, em parceria com a Gerência de Armas da PJC e do Sindicato dos Investigadores de Policia do Estado de Mato Grosso – Sinpol-MT.

Esta é a 5ª edição deste curso, com a previsão de uma carga horária de 40 horas/aulas, e que conta com instrutores da Acadepol e de convidados de outras instituições, segundo o diretor da Acadepol, delegado Fernando Cunha.

A presidente do Sinpol-MT, Edleusa Mesquita, disse que foi com muita satisfação que aderiu à ideia de fazer uma parceria em favor da realização do curso de mecânico de armas, cujo principal objetivo é proporcionar ao policial civil um aprendizado maior sobre a manutenção de armas, que ela considera uma ferramenta de trabalho importante da categoria que nunca pode falhar.

O delegado contou que durante anos a Diretoria de Execuções Estratégicas contou com apenas um ou dois policiais com conhecimentos rudimentares sobre a manutenção de armas. Quando esses policiais não conseguiam resolver os problemas, as armas defeituosas precisavam ser enviadas ao fabricante ou para outros profissionais, o que acarretava muita demora na solução do problema.

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Após a viabilização deste curso, que vem sendo ministrado alternadamente entre a Capital e as regionais do interior, a situação teve sensível melhora. Hoje em dia já há pessoal qualificado em manutenção de armas em diversas unidades da Polícia Civil, evitando que uma arma importante em casos especiais, como um fuzil, por exemplo, fique vários meses parada. E a qualificação vai continuar.

Ele informou que o curso ensina a manutenção de armas até o quinto escalão, ou seja, quem faz esse curso aprende a dar manutenção até o quinto escalão de todas as plataformas utilizadas pela polícia Civil. Seja no caso de revólveres, pistolas, carabinas ou fuzis, o investigador sai qualificado e preparado para fazer a limpeza e manutenção da sua arma e de qualquer arma da unidade onde trabalha.

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PLANTÃO COMUNICAÇÃO

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A Assessoria de Comunicação Social da PJC informa que o plantão deste final de semana está sob responsabilidade da servidora Luciene Oliveira, para liberação de matérias factuais e urgentes, no período matutino, e atendimento de caráter EMERGENCIAL à imprensa, nas demandas que necessitam de assessoramento  ou resposta institucional. O telefone de contato é (65) 9 9962-6190

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Operação prende 5 empresários do ramo de óleos lubrificantes e apreende cerca de 100 mil litros de produtos perigosos

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Assessoria | PJC-MT

A Delegacia Especializada do Meio Ambiente (Dema) divulgou o balanço da operação “Metal nas Nuvens”, deflagrada na terça-feira (13.11), para o cumprimento de 13 mandados de busca e apreensão em empresas suspeitas de atuação irregular na coleta,  armazenamento e/ou rerrefino de óleo lubrificante. A operação Metal nas Nuvens (em alusão à música da banda Legião Urbana que trata do assunto), ocorreu nos  municípios de Cuiabá, Várzea Grande e Poconé.

Cinco empresários, donos ou responsáveis pelos estabelecimentos foram presos em crimes ambientais previstos no artigo 56 da Lei 9605/98, – por guardar ou ter em depósito, manusear ou utilizar produtos perigosos, onde se enquadra o óleo contaminado, dentre outros. Ao todo, 10 pessoas foram indiciadas nos crimes.

Oito  empresas que continham ilegalmente os produtos foram embargas. Nos locais, os policiais, agentes de fiscalização e peritos, apreenderam  161 tambores com capacidade de 200 litros, 5 containeres, 7 tanques horizontais, 2 tanques verticais e 17 galões com capacidade de 20 litros. A apreensão dos produtos perigosos pode chegar a uma quantidade aproximada de 100 mil litros. Também  foram apreendidos 2 caminhões tanque.

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Os produtos ilegais e os instrumentos dos crimes serão doados conforme já decidido pelo Poder Judiciário. Os veículos poderão ser perdidos após decisão judicial, pois foram identificados nas investigações como sendo instrumentos que habitualmente são utilizados para a prática de crimes ambientais, na coleta e distribuição do produto altamente perigoso e nocivo ao meio ambiente.

Foram lavradas multas administrativas em torno de R$ 60 mil, para cada um dos infratores.

A operação foi uma ação conjunta da Delegacia do Meio Ambiente com a Superintendência de Fiscalização da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) e peritos ambientais da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), apoiada por policiais da Gerência de Operações Especiais (GOE), Delegacia Especializada em Crimes Contra a Administração Pública (DEFAZ) , Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) e Delegacia Especializada de Repressão a Entorpecentes (DRE).

O delegado-adjunto da Dema, Gianmarco Paccola Capoani,  explicou que o óleo contaminado é altamente perigoso ao meio ambiente e por tal motivo a resolução do CONAMA nº 362/2005 determina que seu único destino é rerrefino.

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Segundo ele, trata-se de um produto rigorosamente controlado e que para armazenamento e transporte é necessário licenças de operação dos órgãos federais e estaduais, registro na Agência Nacional de Petróleo, alvarás municipais, plano de atendimento emergencial, dentre outros documentos.

 “É importantíssimo que o setor comercial e industrial que produza esse material (óleo usado) abstenha-se de forma absoluta de destinar esse produto à pessoas não credenciadas e não disponham das respectivas licenças ambientais para a realização da coleta e transporte do lubrificante, sob pena inclusive desses comerciantes e empresários se envolveram como partícipes e/ou co-autores dos crimes ambientais. Os trabalhos investigativos continuarão com o objetivo de prender essas quadrilhas que insistem em praticar crimes e lesar irreversivelmente o meio ambiente”, esclareceu.

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