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Economia

Confira cinco dicas para deixar a ansiedade de lado no trabalho

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Especialista dá dicas de como lidar com a ansiedade no trabalho
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Especialista dá dicas de como lidar com a ansiedade no trabalho

A pressão constante por prazos, metas e toda a correria diária estão deixando o ambiente de trabalho cada vez mais estressante e, muitas vezes, tóxico, o que impacta negativamente na saúde e no equilíbrio emocional de muitos profissionais, aumento os casos de ansiedade no trabalho.

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Por diversos fatores, como a falta de oportunidade ou a dificuldade de encontrar uma carreira com que se identifique, alguns profissionais às vezes começam a operar no “piloto automático”, sem ter prazer pelo que fazem, e, consequentemente, ficam mais propensos a ter ansiedade e se desmotivarem no trabalho.

Por outro lado, a responsabilidade é também de algumas empresas, que insistem em manter modelos de gestão ultrapassados, que geram ambientes nocivos e prejudiciais à saúde mental de seus funcionários, acredita a escritora, coach, palestrante e professora de cursos de MBA pela Faculdade de Informática e Administração Paulista (FIAP) em disciplinas sobre carreira, coaching e liderança, Susanne Anjos Andrade.

“O mercado de trabalho está mudando, e as empresas que inovaram no seu modelo de gestão estão atingindo melhores resultados e atraindo bons profissionais. Principalmente a geração X, que começou a despontar no mercado de trabalho, espera mais da empresa do que apenas o salário. É preciso ficar atento a este momento”, explica Susanne Andrade, especialista em desenvolvimento humano e autora do best-seller “O Poder da Simplicidade no Mundo Ágil”.

A especialista em desenvolvimento humano dá 5 dicas para gestores e profissionais construírem um ambiente corporativo mais agradável, com menos ansiedade e mais realização pessoal e para todo o grupo.

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As 5 dicas para deixar a ansiedade de lado no trabalho


Especialista cita dicas de como lidar com a ansiedade e deixá-la de lado, construindo ambiente de trabalho positivo e garantindo a saúde mental
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Especialista cita dicas de como lidar com a ansiedade e deixá-la de lado, construindo ambiente de trabalho positivo e garantindo a saúde mental

1. Trabalhar no modo mecânico

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Há pessoas que escolhem a carreira em virtude do desejo do outro, ou pela quantidade de vagas no mercado, esquecendo seu verdadeiro propósito. Quanto mais aprofundam o conhecimento em uma área de que não gostam, mais infelizes ficam, pois não estão fazendo o que gostam.

Com isso, acabam entrando no “piloto automático” na hora de trabalhar, cumprindo apenas o necessário, sem um sentido maior. O trabalho vira apenas um meio de ganhar o salário no fim do mês. A sobrevivência é o principal foco desses profissionais.

“Para que o trabalho tenha um significado maior, a escolha de sua carreira  deve levar em consideração as habilidades, os sonhos, aquilo que desperta o brilho nos olhos. Caso contrário, o cansaço, a falta de energia e a ansiedade tomarão conta não só do lado profissional, mas da vida como um todo”, diz Susanne.

2. Definir o propósito de vida

Levar a vida de forma mais leve e tranquila, definindo sempre qual o seu propósito na vida e na carreira, é uma forma de cultivar a “leveza na seriedade”. “A leveza deve ser pautada pelo propósito de cada um. O problema é que alguns deixam o propósito de lado e outros nem sequer sabem identificá-los”, comenta a especialista.

A especialista cita um exemplo: “É comum, na área de tecnologia, os profissionais assumirem o caminho da gestão enquanto o seu propósito consiste em ser um especialista, aprofundando o conhecimento em tecnologias específicas. Se eles fazem essa escolha errada, passam a trabalhar de maneira mecânica, e então são tomados pela ansiedade e pela apatia. Falta-lhes energia para desenvolver seu time, e as entregas não ocorrem. Sem contar que o ambiente de trabalho começa a pesar, e esse é o momento em que o clima de angústia e incerteza se instala”, avalia.

3. Evitar a competição destrutiva

Muitas empresas tradicionais ainda atuam com o modelo de gestão por conflito, considerado o grande responsável pela causa da apatia e da ansiedade. Nesse modelo, é instigada a competitividade destrutiva entre profissionais e áreas, como caminho para os resultados acontecerem.

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“É importante entender que competitividade desenfreada é diferente de competição. Ao analisarmos o conceito de competição, percebemos que é simplesmente insustentável a noção de aniquilar o outro. A palavra competição remete a algo positivo e construtivo, uma vez que é derivada da palavra latina competere, que significa ‘empenhar-se junto”.

“Infelizmente, porém, não é isso que tem acontecido nas organizações mais tradicionais, que muitas vezes são controladas por pessoas com perfil de ‘general, construídas para o combate, e que operam sob o lema da competitividade. O custo para trazer resultados e lucros é a destruição das pessoas no meio do caminho.”

De acordo com a especialista, a realidade tem mostrado que esse tipo de gestão não funciona mais, porque os profissionais estão mudando e buscam mais qualidade de vida e leveza na sua vida, embora nem todos os gestores tenham se dado conta disso.

4. Esquecer de vez o “eu mando, você obedece”

Apesar de ainda ser predominante em muitas empresas, o modo de liderança do tipo “comando e controle” está ultrapassado e não atende à nova realidade do mercado. “As pessoas mudaram e o ritmo de trabalho também precisa se modificar, ficar preso ao modo antigo resulta em fracasso”, avalia Susanne.

“Não se pode mais gritar com as pessoas ou ordenar que elas sejam de um jeito ou de outro. A motivação para a mudança e o desenvolvimento de novas habilidades têm de vir de dentro. Para isso, a liderança precisa mudar o estilo de comando e controle para uma liderança servidora, que inspira”, enfatiza.

5. A mudança está dentro de cada um

Muitas pessoas se queixam, mas não fazem nada para mudar a situação. “Claro que nem tudo depende de nós, mas é preciso compreender também que há sempre um passo que podemos dar, nem que seja, em última instância, mudar de empresa”, afirma a autora.

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Para Susanne, é possível superar a ansiedade e mudar a nossa mentalidade, conquistando o que desejamos, melhorando os resultados na empresa, aumentando a produtividade e a felicidade profissional. “Profissionais satisfeitos e bem-resolvidos não são ansiosos”, finaliza.

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União já pagou R$ 3,5 bilhões em dívidas atrasadas dos estados neste ano

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Só no mês passado, o total de dívidas atrasadas dos estados quitadas pela União chegou a R$ 301,37 milhões. Deste montante, R$ 291,88 milhões são relativos a inadimplências do estado do Rio de Janeiro
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Só no mês passado, o total de dívidas atrasadas dos estados quitadas pela União chegou a R$ 301,37 milhões. Deste montante, R$ 291,88 milhões são relativos a inadimplências do estado do Rio de Janeiro

Até o mês de outubro, a União já pagou R$ 3,575 bilhões em dívidas garantidas de estados e municípios, os chamados entes subnacionais. É o que consta no Relatório de Garantias Honradas pela União em operações de crédito divulgado na última sexta-feira (16) pela Secretaria do Tesouro Nacional.

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Só no mês passado, o total de dívidas atrasadas dos estados quitadas pela União chegou a R$ 301,37 milhões. Deste montante, R$ 291,88 milhões são relativos a inadimplências do estado do Rio de Janeiro e R$ 9,49 milhões de Roraima, os mais endividados do País.

Como garantidora de operações de crédito de entes subnacionais, a União, representada pelo Tesouro Nacional, é comunicada pelos credores de que o estado ou o município não realizou o pagamento de uma parcela de determinado contrato. Caso as obrigações não sejam cumpridas no prazo estipulado, a União quita os valores.

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Os compromissos honrados pelo Estado nos dez primeiros meses de 2018 já ultrapassam os de 2016 e estão muito próximos de bater o valores de 2017. Nos dois últimos anos, o Tesouro pagou, respectivamente, R$ 2,377 bilhões e R$ 4,059 bilhões em dívidas de estados e municípios.

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As dívidas pagas pelo Tesouro Nacional são abatidas dos repasses da União a esses entes federados endividados. Normalmente, o estado ou município que teve alguma garantia honrada pelo Tesouro é descontado nos fundos de participação ou na cota de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) que lhe é devida.

Sobre as obrigações atrasadas incidem juros, mora e outros custos operacionais. Em 2017, porém, algumas decisões do STF (Supremo Tribunal Federal) impediram a aplicação dessas contrapartidas ao Rio de Janeiro , que aderiu ao pacote de recuperação fiscal e agora pode contratar novas operações de crédito com garantia da União mesmo estando inadimplente.

O caso do Rio, no entanto, é exceção. O estado de Minas Gerais está impedido de contrair financiamentos garantidos pelo Tesouro até 8 de agosto de 2019; Goiás, até 11 de setembro; Roraima, até 15 de outubro; e o Piauí, até 13 de setembro. A prefeitura de Natal está impedida de contratar novas operações de crédito até 23 de maio de 2019.

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Outros entedes federativos, como os estados do Rio Grande do Norte e do Amapá, além das prefeituras de Chapecó (SC) e Cachoeirinha (RS), também têm restrições de crédito com a União por causa das dívidas aque ainda não quitaram. 

*Com informações da Agência Brasil

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De olho no exterior e no próximo presidente do BC, dólar cai e fecha a R$ 3,73

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Em novembro, o dólar ainda acumula alta de pouco mais de 1%; neste ano, a valorização da moeda ante o real é de 14%
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Em novembro, o dólar ainda acumula alta de pouco mais de 1%; neste ano, a valorização da moeda ante o real é de 14%

O mercado reagiu bem às expectativas sobre a trajetória dos juros nos Estados Unidos e à indicação de Roberto Campos Neto para a presidência do Banco Central (BC) no ano que vem. Nesta sexta-feira (16), a dólar caiu 1,28% e fechou o dia cotado a R$ 3,7372, 1,27% a menos do que o resultado registrado na última quarta-feira (14).

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Durante o dia, a moeda norte-americana chegou à mínima de R$ 3,7306 e à máxima de R$ 3,7825. No mês de novembro, o dólar ainda acumula alta de pouco mais de 1%. Neste ano, a valorização da moeda frente ao real já bate os 14%.

Influências do exterior


Na sessão desta sexta-feira (16), a cautela do mercado em relação ao Brexit também influenciou a cotação do dólar
Ilovetheeu

Na sessão desta sexta-feira (16), a cautela do mercado em relação ao Brexit também influenciou a cotação do dólar

Nos EUA, Richard Clarida, vice-presidente do Federal Reserve (ou Fed, o Banco Central norte-americano), declarou que a taxa de juros do país está próxima à neutralidade, entre 2,5% e 3,5%, e que o neutro “faz sentido”. Em 2018, o Fed já elevou os juros norte-americanos três vezes e, por ora, há muitas expectativas sobre um novo aumento em dezembro.

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Na sessão desta sexta, também predominou certa cautela em relação ao Brexit , motivada principalmente pelas declarações de Theresa May, primeira-ministra britânica, que garantiu se manter firme à saída do Reino Unido da União Europeia em março de 2019. Ontem (15), quatro ministros do gabinete de May pediram demissão de seus cargos por não concordarem com o acordo que está sendo firmado entre o país e o bloco europeu.

Presidência do Banco Central


Novo presidente do BC, Roberto Campos Neto será responsável pela política cambial do país, o que está diretamente ligado à cotação do dólar
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Novo presidente do BC, Roberto Campos Neto será responsável pela política cambial do país, o que está diretamente ligado à cotação do dólar

Na última quinta-feira (15), feriado nacional, a equipe de transição do presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), confirmou o nome do economista Roberto Campos Neto  para ocupar a presidência do Banco Central. Campos Neto substituirá Ilan Goldfajn, que está à frente do BC desde junho de 2016 e deixou o posto voluntariamente.

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O economista de 49 anos de idade é neto de Roberto Campos, que foi ministro do Planejamento de Castelo Branco durante a ditadura militar. Atual responsável pela tesouraria do banco Santander, o indicado por Bolsonaro ainda terá que passar por uma sabatina na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado antes de tomar posse.

Como Paulo Guedes, futuro ministro do novo governo, Campos Neto tem perfil liberal e apoia medidas que restrinjam o tamanho do Estado. Formado em economia pela Universidade da Califórnia, nos EUA, e especializado em finanças, o novo presidente do Banco Central já ocupou funções nos bancos Bozano, Simonsen e Claritas.

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O BC é uma autarquia ligada ao Ministério da Fazenda que também tem status de ministério. Caberá a Campos Neto zelar pela política cambial do país, o que está diretamente ligado à cotação do dólar , fixar a taxa Selic, regular o sistema bancário nacional e perseguir as metas de inflação fixadas pelo governo.

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