Poupança tem a melhor captação da história para meses de setembro

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De janeiro a setembro, a caderneta de poupança registrou captação líquida de R$ 25,50 bilhões – o melhor resultado para o período desde 2013 (R$ 48,95 bilhões)
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De janeiro a setembro, a caderneta de poupança registrou captação líquida de R$ 25,50 bilhões – o melhor resultado para o período desde 2013 (R$ 48,95 bilhões)

Pelo sétimo mês seguido, a caderneta de poupança continuou a atrair o interesse dos brasileiros. Em setembro, a captação líquida – depósitos menos retiradas – somou R$ 8,54 bilhões, segundo informou o Banco Central (BC) nesta quinta-feira (4). O resultado é o melhor para meses de setembro desde o início da série histórica, em 1995.

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No acumulado do ano, a caderneta de poupança continua registrando desempenho positivo. De janeiro a setembro, a modalidade de investimento registrou captação líquida de R$ 25,50 bilhões. Esse foi o melhor resultado para o período desde 2013, quando a aplicação tinha anotado captações líquidas de R$ 48,95 bilhões nos nove primeiros meses do ano.

Em agosto, a título de comparação, os depósitos na poupança superaram os saques em R$ 5,862 bilhões. De acordo com o relatório divulgado pelo BC na época, foram depositados R$ 198,6 bilhões e sacados outros R$ 192,737 bilhões ao longo do mês. O resultado também foi o melhor registrado para o período desde 1995.

Histórico da caderneta de poupança


Nos últimos 12 meses, a caderneta de poupança voltou a atrair recursos mesmo com a queda da Selic (atualmente em 6,5% ao ano) porque garantiu rendimentos de 4,5%, um pouco acima da inflação
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Nos últimos 12 meses, a caderneta de poupança voltou a atrair recursos mesmo com a queda da Selic (atualmente em 6,5% ao ano) porque garantiu rendimentos de 4,5%, um pouco acima da inflação

Até 2014, os brasileiros depositavam mais do que retiravam da poupança. Naquele ano, as captações líquidas chegaram a R$ 24 bilhões. Com o início da recessão econômica, em 2015, os investidores passaram a retirar dinheiro da caderneta para cobrirem dívidas, num cenário de queda da renda e de aumento de desemprego .

Em 2015, R$ 53,57 bilhões foram sacados da poupança, a maior retirada líquida da história. Em 2016, os saques superaram os depósitos em R$ 40,7 bilhões. A tendência inverteu-se em 2017, quando as captações excederam as retiradas em R$ 17,12 bilhões.

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Nos últimos 12 meses, a  caderneta de poupança voltou a atrair recursos mesmo com a queda da Selic (atualmente em 6,5% ao ano) porque garantiu rendimentos de 4,5%, um pouco acima da inflação. O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA)-15, que funciona como uma prévia da inflação oficial, acumula 4,28% no mesmo período.

*Com informações da Agência Brasil

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